Oficina da Alma.


A morte

Espero que se cumpra a Palavra: "há tempo de nascer e tempo de morrer". Que morra tudo o que é velho em meu coração. Que morra tudo o que me sufoca sem propósito. Que morram as falsas amizades. Que morram as falsas declarações e as dores que os outros inventaram no meu coração para me fazer sofrer. Que morram as minhas ilusões. Que morram os mais variados nomes que são como os sinos: soam, mas não possuem vida e seus restos produzem a morte.  



Escrito por Péricles às 18h55
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Estado de espírito

Caros leitores, O post abaixo pode parecer a muitos desconexo e incompreensível, mas no fundo encontro sentido para fundir dois textos em um.

O que se sente é pouco controlável. O que me mostram pode ser resultado de algo muito pensado.  Sinto-me triste, não sei se por ausência ou se por insistência. ...mas achar-me triste já não é novidade para ninguém. Tenho muitas coisas para fazer e não posso ficar triste por muito tempo. A uma grande quantidade de atividades que preciso fazer. Este é o momento de aumentar o foco no trabalho. Ampliar a intensidade do meu estar no que faço e não esquecer que o trabalho não é tudo. Ter horário para entrar e sair. Realizar enquanto estiver ali mais do que jamais realizei. Buscar nisso a tranqüilidade para estar livre e inteiro quando estiver realizando outras atividades. Planejar minhas diversões. Viver as demais dimensões da vida. Construí-las com consciência e coração. É hora de alargar os termos, de ampliar as fronteiras.

O estado de perdição é vencido pela construção de um novo viver. Custa bem caro fazê-lo, mas se não quisermos olhar para trás no fim da vida e descobrir que não fizemos nada de interessante, nada de importante, nada de realizador e que nosso maior impedimento para a não realização fomos nós mesmos, precisamos trabalhar nisso hoje.



Escrito por Péricles às 19h42
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minha namorada disse...

Minha namorada reclamou que meu blog é triste, que eu deveria escrever alguma coisa mais alegre. Eu concordo com ela que ele é melancólico, que pende sempre como o varal dos meus momentos difíceis, com angustias penduradas pelas pontas. 

 

         Na verdade preciso compreender qual é o porque deste blog para concordar ou discordar dela sobre meu dever de publicar coisas alegres ou tristes.

 

         Aqui compartilho minha alma, compartilho o silêncio de tantos momentos, minha limitação como Humano, meu caos. Enquanto faço isso, percebo que algumas coisas encontram ordem. Tornam compreensíveis a mim.

 

         Eu lamento não ser mais alegre. Por vezes, vejo-me desejoso de mais simpatia e carisma em mim. Gostaria de ser mais alegremente contagiante (na linguagem de Guimarães Rosa está perfeito o português). Arrematar muitos em torno de minha vida, ser o mais bem quisto, etc. É tentador. É a constituição de uma forma de poder, e toda forma de poder é tentadora.

 

         Talvez um dia, eu seja mais importante do que você vê hoje. Contudo, hoje não sou isso. Sou humano e desencontrado. Preocupado em construir um caminho diferente do que vivo hoje, mas que se traduza em uma solução responsável para meu futuro. Uma que não ignore o passado, mas que não seja escrava dele. Uma que não minta o passado, mas que não prossiga reafirmando-o por inteiro.

 



Escrito por Péricles às 23h04
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Expectativas.

Construir os contextos que determinarão o meu futuro,  exige que eu reveja o meu presente. Tenho um inegável alto grau de expectativa com relação aos resultados da vida, bem como a respeito de meus relacionamentos com pais, irmãs, namorada, amigos e até colegas. O que eu deveria esperar que me apresentassem? O pior que há no ser humano? Espero sempre o melhor e entendo que seja uma forma de valorizarmos o outro. Quando tratamos as pessoas dando-lhes à honra que extrapola seu merecimento, forçamos que esta reflita e sobre a possibilidade de que esteja agindo a partir de padrões que não traduzem o caráter de que ela deveria manifestar com Humano e coroa da criação.

 

Por outro lado, a linha que divide meu nobre raciocínio de uma realidade mais crua e indesejável é tão tênue quanto minha estrutura emocional básica. Elas fazem limite uma com a outra. É aqui em que estou errando. Quando não sou capaz de discernir uma da outra, crio o irreal. Daí, é só aguardar nova ruína chegar. É um relacionamento de amizade, cujas expectativas eu construo com base apenas nos meus valores e no que eu acredito que seja ideal esperar, é um relacionamento amoroso, cujos objetivos mais altos estão todos apoiados sobre minhas imaginações e achismos sobre o que é real e o que é utópico, e por aí vai. 

 

Falo muito sobre a construção a dois, quando comento cada relação com o outro. Desconsiderei inúmeras vezes que não sei o que o outro espera de sua relação comigo. Falta-me saber para compreender se os relacionamentos que deram errados, as amizades que se perderam em minha história de vida, os contatos frustrantes aconteceram dessa forma porque tinham de ser assim ou se me faltou sensibilidade de perscrutar o outro em suas expectativas e propósitos.

 

A maioria das teorias da comunicação trabalha com emissor, receptor e mensagem. A comunicação aberta exige um contexto verbal ou não. A comunicação fechada despreza o contexto por fazer-se esclarecida. Como o assunto aqui são as expectativas, entendi que se desejo viver com menos frustrações, terei de acrescentar a esse mapa o contexto do outro. Antes de estabelecer quais expectativas terei, se é que é possível e saudável criar ou estabelecer qualquer expectativa terei de procurar alcançar maior conhecimento do outro.

 

Saber que o outro não pretende oferecer o que eu tanto anseio não me saciará, mas me livrará de uma decepção que não preciso sofrer.

 

Acredito que estou tentando dizer que a vida pode ser mais simples, sem que seja menos pensada e projetada. Obvio que considero aqui todas as exceções que precisam ser consideradas para também dizer que o sofrimento faz parte da vida e que não pretendo fugir dos que me forem necessários.

 

Meu horóscopo dizia num destes dias: seja pragmático. Sei que não é digna de confiança sua fonte, mas até de onde não esperamos nada podemos receber coisas que nos ajudarão na caminhada da vida.

 

Colocar-me no lugar do outro por dois minutos para tentar compreender alguma ou qualquer coisa que eu julgue importante será interessante e saudável, além de evitar desnecessários mal-entendidos.

 



Escrito por Péricles às 22h46
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Minha responsabilidade é maior 2

To tentando lembrar como é que dei sentido para tudo que escrevi na parte um deste texto. Não consigo lembrar. Eu havia gostado  do que escrevi, mas perdi o doc e n consigo lembrar.

to com um sono sonífero...rsrsrs vou fazê naninha...

abs



Escrito por Péricles às 00h05
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Minha responsabilidade é maior 1

Tenho convicção de que minha responsabilidade é maior que de alguns dos meus leitores. Não, não é porque sou melhor que qualquer um deles. Não sou. Ter um credo religioso também não é o caso ou apenas ter um credo não é o caso. Falo da minha responsabilidade diante de Deus, quanto ao modo como escolho viver.

 

Sei que há pessoas que hoje vivem as mesmas tentações, possuem algumas inclinações semelhantes as minhas, mas muita coisa além disso precisa ser considerada. Assim como não é justo um pai, nos altos dos seus 51 anos cobrar de seu filho adolescente de 17 a mesma qualidade de maturidade que aquele possui, também não é justo que Deus cobre de uma pessoa que não teve as mesmas experiências que eu, a mesma responsabilidade por cada ato praticado.

 

Não acredito que possa argumentar com Deus que não o conheça o suficiente, e que por isso ele deve ser mais brando comigo quanto as minhas escolhas e práticas erradas.

 

Recebi pelo Batismo há quase dez anos atrás seu Espírito, que inúmeras vezes vi manifestar-se em mim. Tive minha mente aberta, meu entendimento iluminado, meu coração esclarecido, meu espírito vivificado. Muito mais que isso recebi de Deus. Em julho próximo isso fará dez anos que isso tudo começou a acontecer.

 

Deus já me contou sobre coisas que iriam acontecer meses depois, e estas aconteceram. Previ o futuro de algumas pessoas pelos dons da revelação e palavra da ciência. Aconselhei pessoas debaixo da orientação do próprio Espírito de Deus. Orei por pessoas e as vi curadas. Orei por pessoas oprimidas e as vi libertas.  Vi coisas sobrenaturais diante de meus olhos em momentos de profunda oração.

 

Não me gabo por nada disso. Sei que aquele que me honrou com essas bênçãos pode dar experiências como essas e muito maiores do que estas a quem lhe pedir e quem ele quiser dar, mas muitas pessoas ainda não experimentaram isso. Eu já. Isso faz toda diferença como Deus olha para meu comportamento. Há um texto em Tiago Capítulo 3 e versículo 1: ”Meus irmãos, não sejais muitos de vós mestres, sabendo que receberemos um juízo mais severo.” Nele enxergo que há uma responsabilidade imposta pelo conhecimento que se adquire dia após dia.



Escrito por Péricles às 17h24
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Revisão

Tudo que é demais prejudica mesmo, não é? Comer demais, dormir demais, falar demais. Pensar demais também é ruim. Uma vida muito pensada pode tornar-se numa vida ruim. Pode, mas deveria. Falo da responsabilidade que cada reflexão aplica sobre as ações decididas.

 

Há muitas atitudes que tomamos que não pesa sobre nossos ombros enquanto não refletimos sobre elas, depois porém, chegam a nos causar medo, vergonha, choro, arrependimento, etc.

 

Não posso me considerar um grande pensador ou um pensador profundo. Isso também não mudaria nada. O que é importante é o fato de que adquiri o hábito de pensar sobre minha própria vida, bem como sobre a vida daqueles que me são caros.

 

Uma premissa da qual não desisto é que a vida relacional se dá por meio do diálogo. Não em toda minha vida um relacionamento que tem se sustentado satisfatoriamente, que não seja por meio do diálogo.

 

Alguns dizem que dou demasiada importância ao diálogo. Contudo, a Bíblia diz que todas as coisas foram feitas pela Palavra de Deus e que, é por meio desta, tudo se sustenta.

 

Por meio do diálogo é que nos conhecemos, descobrimos quem são as pessoas com quem nos relacionamos, qual o modo como enxergam a vida e o mundo. O diálogo é poderoso. Por meio dele, podemos influenciar pessoas a viverem uma outra vida.  Por meio dele, podemos ser conduzidos a um novo estilo de vida. Vê a importância dele?

 

Esse contato é fundamental para que haja alguma ordem no caos da nossa existência. Enquanto caminhava de volta para casa nesta manhã, defini a vida como um quebra cabeça, que só terá a montagem terminada na eternidade – pelas mãos do próprio Deus.

 

Todavia, isso não pode servir de motivo para nos tornarmos passivos diante de nossa existência. O momento final pertence a Deus, mas hoje há muito que ser feito.

 

Assim, entendo que uma vida ativista, mas destituída de saudável reflexão é pouco produtiva. Alguns poderão achar que desrespeito o modo de vida de alguns, mas cedo ou tarde todos vamos nos deparar com a necessidade de encarar o modo como gastaram a vida. Somos livres para fazermos qualquer escolha, mas somos igualmente responsáveis por cada uma dessas escolhas.

 

Tenho feito escolhas erradas nos meus dias. Admito. Pior que escolher errado é que resisto duramente contra a verdade. Minha natureza carnal vem guiando meus passos e dizer não a tudo que ela deseja tem sido bastante difícil.



Escrito por Péricles às 13h56
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Cinema

Fui ao cinema na Terça ver "A procura da Felicidade". Não pensei previamente no que vou escrever, mas insisto que não quero contradizer toda minha última postagem.

Um filme excelente com Christopher Gardner e Jaden Smith. Basicamente, é a história de um vendedor que se supera. Não vou contar aqui a trajetória porque não é isso que tornou o filme impressionante. A atuação de Christopher traduziu a realidade de um modo magnífico.

Sinto vontade de falar sobre o filme é por tratar de uma história de superação. Mais uma história de superação. Resisti e resisto a idéia de me deixar purgar por mais esta história. Quero ir além da história e escrever a minha. Não estou certo quanto a possibilidade da minha vida ir para as telas do cinema um dia, mas quero muito mais a minha história que a de qualquer outro.

Pergunto-me diariamente o que falta para eu atuar como construtor da minha própria história. Pergunto-me qual é a minha praia, qual é o meu sonho. Não aceito a existência sem sentido. Pode não ter para muitas pesoas e estas podem não se importar, mas eu não nego minha sólida inquietação.

Preciso de tempo para sentar sozinho comigo mesmo e me enxergar, me descobrir, me enfrentar.



Escrito por Péricles às 10h20
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Alguns dos meus últimos pensamentos.

 

Imagine a situação: Você já observou o que acontece quando vamos ao cinema e nosso coração está triste, angustiado ou coisa parecida e a personagem do filme, coincidentemente, experimenta o mesmo sentimento e o supera ao longo do filme?

Não sentiu um gostinho de vingança contra o sentimento indesejável que estava te chateando?

 

Entendo que o mesmo acontece com o cara que se senta na frente da televisão para ver o jogo de futebol. Se o time dele vence, sai fortalecido em sua auto-estima.

 

Outro exemplo é o da mulher que acompanha a novela das seis, das sete, das oito... No final, sempre é possível suspirar alegremente e dizer: a felicidade dela me ajuda a suportar minha infelicidade.

 

Discordem os que puderem, mas creio nisso. Percebo isso em minha vida também. Como é gostoso o prazer que tenho ao ver aquele filme em que há um homem de caráter nobre, que não se vende, que resisti às tentações, que se supera. Sempre gostei desse tipo de filme.  Pensava que o que ocorria comigo era bom, ou apenas bom. Imaginava meus propósitos de nobreza renovados por cada enredo assistido.

 

Faz algum tempo que ando inquieto comigo, pois os heróis do cinema continuam a surgir, mas eu não apareço em minha vida como protagonista, como o herói que se supera. Os heróis de lá me levam a experimentar um prazer que me permite ficar mais um pouco na zona de conforto.  Depois de enxergar isso, maior angustia é o deparar-me com minha incompetência para articular minha própria vida.

 

Vejo-me no esforço da lagarta, que deseja mudar-se em borboleta, mas não tem força para quebrar o seu próprio casulo.

 

Esta é minha angustia atual, suficiente angustia.

 

 



Escrito por Péricles às 17h12
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to lotado. Muita informação faz mal a qualquer cabeça. Às vezes me sinto sufocado. Tenho pensado que devo estar carregando uma série de informações desnecessárias e desprezíveis. to precisando de limpeza no homem interior, na mente e no coração. deve ser o caso de trocar o meu fardo pesado pelo fardo leve de Jesus. Quem sabe um curso de gestão da informação não me ajude, né? To indo que vai começar o seminário. Até...

Escrito por Péricles às 18h54
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Exorcismo. substantivo masculino 1. Oração religiosa com que se esconjura o Demônio, os espíritos maus, etc.

 Se é possível tirar esta palavra do contexto religioso e trazê-la para meu mundo de desencontros, eis a oportunidade. Desde domingo não quero falar sobre nada. Silenciosamente o meu coração foi se fechando e trancou-se. Privou-me da vontade que goza o homem que fala cheio de embasamentos. Alguma coisa parou de funcionar. Sei que é impossível desconsiderar a carga poética, que de alguma forma busco registrar, mas acho que foi o coração. E só parou. Não deixou de sentir, aliás, o agente da ação de fazê-lo parar foi o sentir demasiado.

Abre parêntese: Se Gregório de Matos estivesse escrevendo ou descrevendo meu intento aqui, talvez registrasse: "...mas isto é só a porra da emoção brincando com a razão". Fecha parênte.

O caso aqui, talvez digno de um exorcismo, é meu ciúmes. Não apenas meu ciúmes, mas uma questão: é só meu ciúmes ou a constatação de um egoísmo decidido, resolvido, resoluto, imutável? E não vamos misturar: o ciúmes é meu, o egoísmo é seu. Beirando o slogan do biscoito: eu sou ciumento porque você é egoísta, ou você é egoísta e por isso eu sou ciumento? Se o ciúmes é a manifestação do egoísta que deseja algo ou alguém, só para si, como não chamar de egoísta aquele que deseja sua própria vida só para si? E qual deles é pior? .

Caminho na construção de um mosaico, que não me julgo capaz de resolvê-lo de uma só vez. Gostaria de resolvê-lo como fazem os exorcistas, que expulsam dos possessos os que lhes perturbam e ponto. Se não puder tocar neste mosaico novamente, alguém poderá chamá-lo confuso, barroco, etc. que não me falte lã no tear para perseguir qualquer significado.

Concluo dizendo que falta muita coisa aqui. Parágrafos que funcionariam como peças de um quebra-cabeça comum, mas de grande importância para minha própria compreensão do que ele pode significar. Mas, se não faltar, que restará?

Péricles R. Bonfim



Escrito por Péricles às 18h41
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Recomeço

Ainda que seja só para eu mesmo, estou voltando a este lugar.



Escrito por Péricles às 14h06
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Será que uma mulher poderia espressar com palavra as sensações que experimenta durante o período do parto? Quando estou lutando para vencr algum pensamento, acredito que de algum modo sinto essas sesações. Sei que não é para se comparar, mas em escala menor é o que penso acontecer.

...mas i dai tudo isso, né? São sentimentos: para alguns deles é melhor não tendtar desfazê-los em explicações, melhor senti-los e lutar com eles. E no máximo compartilhar com os amigos. 

 



Escrito por Péricles às 15h44
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Perdidinho da silva...

Sinto-me com houvessem jogado-me num redemoinho. Sinto-me arrastado por este. Não sei para onde estou sendo levado, por quê, ou para quê.

Conseguir olhar para o que está acontecendo e denominar "Redemoinho", já me traz algum consolo, contudo, a ausência de explicações e sentido, gera dor ou intensifica o peso da dor que sinto.

Suportar a dor com objetivo de crescer na vida,é um propósito que poe algum sentido nisto tudo.

O mais as palavras não dão conta de dizer.



Escrito por Péricles às 23h25
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...era só o que mefaltava.

Depois de vinte e sete anos dei prá ser tímido.  Vê se pode! É cada uma que eu apronto que só me amando pra não cometer um atentado mesmo, viu? Se contar para vocês o que fiz ou o que perdi (não sei se fica bem posta esta última expressão, mas na encontrei outra e nem tô a fim de procurar, então fica essa mesmo).

O mundo virtual em nada se parece com o real. Acho que foi isso. Alguém me alertou que era assim. Acho que não havia acreditado muito.

 

Os. Alguém lembra de uma canção que fale sobre “bicho-do-mato”.

 



Escrito por Péricles às 00h37
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